Lições que aprendemos com os pagodes dos anos 90

Se você acha que a sofrência começou com Marília Mendonça, é porque nunca ouviu um pagode apaixonado dos anos 90.

É claro que isso não  é  “do seu tempo”, mas é sempre bom reconhecer um clássico quando vir um. Se é conselho que você quer, se prepare para vender sabedoria depois dessa lista:

“Não era amor, era cilada”

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A história é a seguinte: quem nunca se apaixonou por uma mina (ou um cara) interesseira, né? A mulher usou e abusou da boa vontade do rapaz, mas, além de falsa, ela era comprometida e colocou o apaixonado numa fria. Fica a lição: atenção para as “segundas intenções” da (o) crush e os convites meio suspeitos para não cair numa cilada.

“Então me ajude a segurar essa barra que é gostar de você”

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Quem nunca passou por  uma situação como a da música? A pessoa ilude, dá esperança, mas na real não quer nada sério ou, pior: coloca defeito em todas as demonstrações de afeto. Ê sofrimento! Das duas uma, ou você aprende a segurar essa barra (pesadíssima) que é gostar de alguém cheio de “dengo” e aceita as imposições ou mete o pé, ok?

“Eu me apaixonei pela pessoa errada”

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Essa música conta o tipo de erro que a gente comete SABENDO que é um super erro! O cara se apaixona por uma girl compromissada e, mesmo sabendo disso, alimenta as esperanças de conquistá-la, além de “morrer” de ciúmes. A lição: o próprio autor da música diz que está enlouquecendo, está mesmo totalmente focado única e exclusivamente nessa paixão avassaladora, mas será que vale a pena?

“O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade?”

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Se você deu uma mancada com o amor da sua vida, a melhor saída é refletir, pensar melhor e jogar a melhor declaração de amor ever! Ah, melhor do que isso: pensar antes de fazer alguma coisa errada é o canal pra não ter que correr atrás do preju depois, fica a dica!

“Sou de fazer, não sou de falar”

Essa história de que mineirinho come quieto é verídica? Segundo Alexandre Pires, é sim! E fica o recado: sair por aí contando vantagem, se exibindo para geral não tá com nada. O melhor mesmo é fazer o seu e deixar os outros pensarem o quiser!

“Que pena, amor!”

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Lição: Como já dizia Renato Russo, “tudo o que você faz um dia volta pra você”. Sabe aquela pessoa que te esnobava e você vivia correndo atrás? Então, o mundo dá voltar e quem não quer mais é você. Pois é, a sofrência está grande? Calma, ela vai passar, sim.

 

 

 

 

 

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